sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Vale do rio Bananal.












Vale do rio Jacutinga



Vale do rio Jacutinga











Altar da Igreja do Alto



















Morro do Elefante e Gigante Adormecido.


Cruz que fica iluminada, à noite, no Monte Calvário. Igrejinha do Alto. NS Aparecida do Monte Calvário. Construída por Monsenhor Marciano Bernardes da Fonseca em 191o-1912.

Visão do Alto da Igrejinha. Lá em baixo, a Matriz de Santa Rita de Cássia.






Altar recente da Igreja do Alto.




domingo, 23 de agosto de 2009

Paróquia de Santa Rita de Jacutinga

SANTA RITA DE JACUTINGA DEVASSAMENTO DO TERRITÓRIO, por José Marinho de Araújo.



O local onde se assenta a cidade de Santa Rita de Jacutinga pertencia as Áreas Proibidas do Sertão da Mantiqueira, cujas terras deviam continuar incultas, para não permitir o extravio do ouro das Minas para o litoral.
Só a 11 de junho de 1781 é que o Governador da Capitania de Minas Gerais partiu de Vila Rica, entrando em suas matas, vindo abarrancar as margens do rio do Peixe, onde deixou maior parte das pessoas que o acompanhavam.Nesse lugar, fundou um arraial - Dores do Rio do Peixe - hoje ci­dade de Lima Duarte. Às pessoas que acompanhavam o Governador, foram di­vididas as terras da região.Mal grado a vigilância e patrulhamento, nessa ocasião, já existiam picadas abertas pelas matas. Os contrabandistas de ouro e diamante encontravam, nestas paragens, um meio fácil de burlar os registros.
Dom Rodrigo José de Menezes era o Governador da Capitania de Minas Gerais. Regressando a Vila Rica, mandou o seu ajudante de ordens, Francisco Antônio Rabelo, voltar à região, trazendo ordens para fazer os exames necessários nestes Matos Gerais do Rio Preto, procurando o meio mais seguro de impedir os aludidos extravios, e, ao mesmo tempo, indagar das pessoas que tinham pedido licença para, lavrar a terra e do ouro que tinham descoberto.O coronel Manoel Rodrigues da Costa, em carta de 24 de outubro de 1781, dirigida a dom Rodrigo José de Menezes, dizia que:"... Dos ribeiros do Bananal e Bom Sucesso, nas cabeceiras do Rio Preto há boas esperanças de jornadas, pelo que dizem os que agora de lá vieram, e alguns fazem roças; porém o receio do gentio, não dá lugar a alargarem-se e na conquista do dito gentio, há de ser preciso cautela, sem que se mantenha como de costume. Sim, que se conservem nas suas vivendas, porque fazem Roças, têm Bananais, em usam de todas as plantas, só falta à língua para persuadi-lo à paz, a qual se há de se solicitar e não é muito brava, o que faz é fugir; e que, pelo que me asseguraram, a pouca distância, por de traz das cabeceiras do rio do Peixe, estão as primeiras aldeias, e as ma­is estão encostadas a Paraíba e giram pelo rio Preto”.Em 24 de agosto de 1800, o guarda-mor do Registro do Rio Preto, Francisco Dionísio Fortes, cedia cento e doze datas, no lance Palmital, a margem do rio Preto, próxima a atual cidade mineira de Passa Vinte, considerada- "um subúrbio do arraial do Rio Preto”, onde existia um presídio. Aí foi fundada a Sociedade do Palmital, com o fim de se minerar, em corporação, evitando, assim, o assalto do gentio.Para se chegar ao Palmital, teria que se passar pelas terras da atual cidade de Santa Rita de Jacutinga. Transitando por estas terras o guarda-mor Francisco Dionísio Fortes faz concessões de terras e águas minerais, exis­tente no município. Doação aos mineradores que por aqui passavam. O lugar era conhecido por Subúrbios do Rio Preto ou Paragem do Pio Preto.Com a fundação da atual cidade de Bom Jardim de Minas, pelos Lacerda, foram-lhe concedidas sesmarias que se estendiam pelo território do atual município de Santa Rita de Jacutinga. Inácio Ribeiro do Vale, de família fundadora do município de Andrelândia, instalara a fazenda "Moinhos", na sesmaria de São Lourenço da Jacutinga. Nesse sítio se fez a experiência da cultu­ra da cana de açúcar.

domingo, 2 de agosto de 2009

Hotel Calil.


Praça dos Expedicionários. "Praça da Estação da EFCB"


Túnel



Pontilhão da RMV



sábado, 1 de agosto de 2009

Pontilhão da antiga RMV.
















Igreja do Rosário, a mais antiga construção em capela.









Pousada " Meu Canto" e a igreja do Rosário




Bairro do Rosário





Rua Capitão Isaltino de Almeida.








Ruas de Santa Rita por FHOAA

Casa do Sr. Isaltino de Almeida.

Rua Monsenhor Marciano.


Rua Monsenhor Marciano. Casa do Sr. Falrene e Dona Lela.



Rua Monsenhor Marciano." Esquina" Casa de Pedro de Castro".




Rua Conselheiro Felisberto da Cunha. " Ladeira do Xandico"





Casa onde residiu "Dona Antoninha". Dona Antônia de Almeida.
Casario de 1927

" Rua de Cima". Praça Cel. Antonio Osório.






Saudades da Céli Marques da Fonseca em sua cadeira na varanda. O que fez e o quanto fez pela juventude santarritense.




Ruas de Santa Rita de Jacutinga em Julho de 2009.FHOAA