Conforme aparecerem em minhas pesquisas,os lugares e pessoas serão relembradas em suas presenças na história de Santa Rita de Jacutinga MG. Não aparecemos assim, como o hoje. Somos a soma da história dos que se antecederam a nós.Fátima Helena.
terça-feira, 28 de junho de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Missa de 70 anos falecimento Monsenhor.
Hoje, 24 de Junho de 2016, ainda estou, impregnada em todo meu ser, ela Missa realizada pelo aniversário, 70 anos, da morte de Monsenhor Marciano.
19 horas marcado para o inicio da Santa Missa .Devotos de Monsenhor, muitos. Ambiente de respeito, oração, contrição e o que mais me impressionou: o silêncio. Cada vez que esse silêncio podia ser notado, ele gritava! Quanta contrição! quanta fé.
Emoção a todo tempo: pessoas que conviveram com Monsenhor, foram batizadas por Monsenhor, fizeram a Eucaristia com Monsenhor! Que orgulho! Que emoção!
Houve depoimentos de Monsenhor Hernani, em seus lindos momentos de vida,92 anos, grande parte deles dedicados a Deus, e que conheceu Monsenhor, sua bondade, sua santidade. Depois Monsenhor Falabella, também falou sobre Monsenhor. Lindas palavras, santas palavras.
Foi distribuído, um informativo falando sobre a vida de Monsenhor.
A Matriz radiosa.
Linda celebração.
19 horas marcado para o inicio da Santa Missa .Devotos de Monsenhor, muitos. Ambiente de respeito, oração, contrição e o que mais me impressionou: o silêncio. Cada vez que esse silêncio podia ser notado, ele gritava! Quanta contrição! quanta fé.
Emoção a todo tempo: pessoas que conviveram com Monsenhor, foram batizadas por Monsenhor, fizeram a Eucaristia com Monsenhor! Que orgulho! Que emoção!
Houve depoimentos de Monsenhor Hernani, em seus lindos momentos de vida,92 anos, grande parte deles dedicados a Deus, e que conheceu Monsenhor, sua bondade, sua santidade. Depois Monsenhor Falabella, também falou sobre Monsenhor. Lindas palavras, santas palavras.
Foi distribuído, um informativo falando sobre a vida de Monsenhor.
A Matriz radiosa.
Linda celebração.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
passamento de Monsenhor, descrito por José Marinho de Araujo.
(...) Mas, uma notícia triste, correu pela cidade:
-Monsenhor Marciano está
passando mal!
- É capaz de não se
levantar mais!
A má notícia foi correndo
de boca em boca, cobrindo a cidade com seu véu de tristeza e apreensão.
A imagem de Nossa Senhora
d’Aparecida não subirá, no dia certo, para a sua capela, no alto. Ficou velando
os últimos dias de Monsenhor, cá em baixo, até que ele entregasse sua alma ao
Senhor.
São fatos que deixam a
gente pensar algo sobre a complexidade dos mistérios das coisas divinas.
Uma pergunta ficou
bailando, sobre todas as cabeças que pensam e refletem:
- Monsenhor adivinhara o
dia em que ia morrer ou foi uma obra do acaso ou Providência, o fato de
conservar-se a imagem de Nossa Senhora d’Aparecida, na igreja Matriz?
- Quem tem coragem ou
poder de perscrutar a grandeza dos mistérios de Deus?
- Ninguém...
- Ninguém...
Os males físicos do
Monsenhor Marciano vão se agravando.
Os desvelos de seus
paroquianos são imensuráveis, para que
os males de Padrinho Vigário sejam debelados. De fora da paróquia, quanta gente
chega, trazendo médicos, na vontade de fazer com que a vida de Monsenhor se
alongasse, por mais alguns dias, algumas semanas, meses ou anos. Tanto esforço
despendido, mas nada valera...
Amanhece o dia 23 de
Junho de 1946.
A informação de sua morte,
corre pela cidade. Causa a maior angústia sofrida pelo povo. As lágrimas
começam a cair, pelas faces de todos. Lenços molhados, em todas as mãos,
procuram velar a explosão de tristeza, em princípio, mas tornou-se comum, ao
fim.
E viu-se um povo chorar!
Um ar negro, impregnado
da mais cruciante dor, envolve a alma de todos aqueles que nasceram e vivem sob
os cuidados verdadeiramente paternais de Padrinho Vigário.
_ Padrinho Vigário está
passando mal!...
- Não, ele não
morrerá!...
- Padrinho Vigário
morreu!...
- Não, não pode ser!...
Mas a realidade falou
mais alto do que os pendores de todos os corações.
Aquele sino da Matriz,
aquele mesmo sino que o Monsenhor
escutara o seu toque diuturno, por cerca de cinqüenta e oito anos, começa a
badalar!... E, a defunto... E, para o próprio Vigário que o ouvira por anos e
anos a fio!...
Coisa horrível para o
povo! Coisa tremenda para a Igreja!...
Outros sinos fazem coro
às badaladas partidas da torre da Matriz. De todas as igrejas, daquelas mesmas
igrejas construídas por Monsenhor Marciano, são lançados, para o ar, tristes
sons do bronze.
- Como são terríveis
essas badaladas! Como são amargos esses momentos!...
Pela manhã, durante o dia,
ao cair da tarde, pela noite adentro, os sinos continuavam em seu plangente
tocar, Á defunto. Numa voz, tétrica, anuncia, ao povo, que Padrinho Vigário
subira ao reino de Deus.
- Que coisa horrível!...
-Que desgraça para nós!
A notícia corre pela cidade.
É levada de casa em casa.
Pelas quebradas, pelos povoados, pelas vilas e pelas cidades
vizinhas. Todos
os corações se enlutam. A comoção impera, em todos os lares. Há embargos de
voz.
Lágrimas copiosas, mas de
grande dor, correm pelos olhos de todos.
Horas tristes a que o
destino faz um povo transitar
Toda gente recebe o golpe. Mede a extensão da
perda, para aqueles que viviam a vida do Padrinho Vigário.
Desaparece,
materialmente, dentre os seus, aquele que ignorou a palavra “não”.
Foi sempre, todo coração,
todo bondade, todo ternura.
Só soube fazer o bem. O
ódio nunca teve guarida nos escaninhos de seu coração. Preces e mais preces sobem aos
céus. E, partidas dos corações. Constituem, elas, um liame esplendoroso, com
que o Espírito Humano estabelece contato com o Espírito Divino.
Lágrimas metamorfoseadas em preces. As preces avolumam-se.
Corporificam. Tomam-se formas resplendentes de luz. Sobem. Sobem.
E, lá em cima, no plano celestial, envolvem o espírito de Padrinho Vigário.
Dão-lhe luzes e magnificências, formando, em torno de si, um halo resplendente,
fazendo-o aproximar-se do Senhor.
24 DE JUNHO DE 1946
Todo o povo chora a morte
de Padrinho Vigário.
Comércio fechado, indústrias
paradas. Cessaram todas as atividades da sede da paróquia administrada por
Monsenhor Marciano.
A igreja, literalmente
cheia.
Em câmara ardente, armada
no centro da Igreja, encontra-se o cadáver daquele a quem já se vinha chamando
de “Santo”.
Muitas flores. Muitas
velas acesas, cuja luz crepitante dava ao ambiente um aspecto o mais triste que
se pode calcular.
Coroas e mais coroas,
trazendo elas, pendentes, fitas com as mais comoventes dedicatórias.
O corpo foi guardado e
visitado durante a noite. A noite amarga foi transitada por todos aqueles que
procuravam ter, como espelho, a vida do santo sacerdote de Santa Rita de
Jacutinga.
Decorrem as horas
angustiosas da manhã e um pouco da tarde desse dia. À tarde, a banda musical
local, executa o “Hino do Jubileu de Monsenhor Marciano”. As notas musicais
fizeram arrancar lágrimas de toda a gente.
Num dos ângulos da igreja
Matriz, foi aberta uma sepultura. E, lá
depositaram o seu corpo.
No altar da Matriz, sempre iluminado com a presença de nosso Senhor Jesus
Cristo, encarnado na Hóstia Consagrada, durante o tempo em que Padre Marciano
foi Vigário da paróquia, deu-se um fato que deixou todos imersos na mais
profunda tristeza: apagara-se a luz sempre ali presente, porque Nosso Senhor
chamou a sua grei, o padre guardião de seu corpo, aqui na terra, representado por
aquelas pequenas partículas.
Melhor graça, pelo poder
da prece, conseguiu Padrinho Vigário. Sabia que ia morrer e, por isso, não
consentiu que a imagem de Nossa Senhora d’Aparecida subisse, como de costume, a seu santuário, no
Monte Calvário. Desejou e obteve essa graça. A imagem permaneceu na Matriz, até
seus últimos momentos.
Depois de sua morte, é
que Nossa Senhora d’Aparecida subiu à sua capela, no alto em procissão.
Já em vida, Monsenhor
adquirira e conseguira muitas graças e milagres.
A história é conhecida de
todos: aquela do lenço milagroso. O lenço usado por Monsenhor Marciano faz
milagres. Conseguem-se, por meio dele, muitas graças. Com uma fricção desse
pedaço de pano, minoram-se quaisquer sofrimentos, quer físicos, quer morais.
Quantos favores obtidos
por meio deles, daqueles grandes lenços estampados, ainda com resíduos de rapé,
tirados, às escondidas, por seus paroquianos.
Ouvíamos, sempre, o
Monsenhor reclamar:
- Vivo sempre perdendo os
meus lenços. Não sei porque é isso!
Mal sabia ele que estavam
sendo furtados pelos seus paroquianos.
A batina que ele vestia,
no dia de sua morte, foi retalhada, feita em minúsculos pedaços. Outras peças
de seu vestuário tiveram o mesmo destino. Todos faziam questão de guardar uma
relíquia do Padrinho Vigário. Por seu intermédio, tudo se adquiri. Só fazer uma
prece, pedindo a intercessão de Monsenhor Marciano.
Lá em cima, junto à Corte
Divina, padre Marciano Bernardes da Fonseca, continua distribuindo o bem como o
fazia cá em baixo.
Distribui graças a todos
aqueles que a pedem, em sua orações.

Video pela Canonização de Monsenhor Marciano, dia 22/06/2016. Vozcatolica, Dialogando 16h.
https://youtu.be/ZOROYOToXHk
terça-feira, 21 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Nossa lindaMatriz...Pronta. !Mary assim a descreveu.
terça-feira, 14 de junho de 2016
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Restauração executada no ano de 2016 sob a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.
| A Restauração executada no ano de 2016 sob a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil. |
| Restauração executada no ano de 2016 sob a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil. |
| Restauração executada no ano de 2016 sob a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil. |
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