sexta-feira, 24 de junho de 2016

Missa de 70 anos falecimento Monsenhor.

Hoje, 24 de Junho de 2016, ainda estou, impregnada em todo meu ser, ela Missa realizada pelo aniversário, 70 anos, da morte de Monsenhor Marciano.
19 horas marcado para o inicio da Santa Missa .Devotos de Monsenhor, muitos. Ambiente de respeito, oração, contrição e o que mais me impressionou: o silêncio. Cada vez que esse silêncio podia ser notado, ele gritava! Quanta contrição! quanta fé.
Emoção a todo tempo: pessoas que conviveram com Monsenhor, foram batizadas por Monsenhor, fizeram a Eucaristia com Monsenhor! Que orgulho!  Que emoção!
Houve depoimentos de Monsenhor Hernani, em seus lindos momentos de vida,92 anos, grande parte deles dedicados a Deus, e que conheceu Monsenhor, sua bondade, sua santidade. Depois Monsenhor Falabella, também falou sobre Monsenhor. Lindas palavras, santas palavras.
Foi distribuído, um informativo falando sobre a vida de Monsenhor.
A Matriz radiosa.
Linda celebração.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Jornais que falam da morte de Monsenhor.


Notícias de sua morte2





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Notícias de sua morte5a






















































minas gerais falecimentoNotícias de sua morte6Meus docume

passamento de Monsenhor, descrito por José Marinho de Araujo.


(...) Mas, uma notícia triste, correu pela cidade:

             -Monsenhor Marciano está passando mal!

             - É capaz de não se levantar mais!

             A má notícia foi correndo de boca em boca, cobrindo a cidade com seu véu de tristeza e apreensão.

             A imagem de Nossa Senhora d’Aparecida não subirá, no dia certo, para a sua capela, no alto. Ficou velando os últimos dias de Monsenhor, cá em baixo, até que ele entregasse sua alma ao Senhor.

             São fatos que deixam a gente pensar algo sobre a complexidade dos mistérios das coisas divinas.

             Uma pergunta ficou bailando, sobre todas as cabeças que pensam e refletem:

             - Monsenhor adivinhara o dia em que ia morrer ou foi uma obra do acaso ou Providência, o fato de conservar-se a imagem de Nossa Senhora d’Aparecida, na igreja Matriz?

             - Quem tem coragem ou poder de perscrutar a grandeza dos mistérios de Deus?

             - Ninguém...

             - Ninguém...



O  PASSAMENTO



             Os males físicos do Monsenhor Marciano vão se agravando.

             Os desvelos de seus paroquianos são  imensuráveis, para que os males de Padrinho Vigário sejam debelados. De fora da paróquia, quanta gente chega, trazendo médicos, na vontade de fazer com que a vida de Monsenhor se alongasse, por mais alguns dias, algumas semanas, meses ou anos. Tanto esforço despendido, mas nada valera...

             Amanhece o dia 23 de Junho de 1946.

             A informação de sua morte, corre pela cidade. Causa a maior angústia sofrida pelo povo. As lágrimas começam a cair, pelas faces de todos. Lenços molhados, em todas as mãos, procuram velar a explosão de tristeza, em princípio, mas tornou-se comum, ao fim.

             E viu-se um povo chorar!

             Um ar negro, impregnado da mais cruciante dor, envolve a alma de todos aqueles que nasceram e vivem sob os cuidados verdadeiramente paternais de Padrinho Vigário.

             _ Padrinho Vigário está passando mal!...

             - Não, ele não morrerá!...



             - Padrinho Vigário morreu!...

             - Não, não pode ser!...

             Mas a realidade falou mais alto do que os pendores de todos os corações.

             Aquele sino da Matriz, aquele mesmo sino que o Monsenhor

escutara o seu toque diuturno, por cerca de cinqüenta e oito anos, começa a badalar!... E, a defunto... E, para o próprio Vigário que o ouvira por anos e anos a fio!...

             Coisa horrível para o povo! Coisa tremenda para a Igreja!...

             Outros sinos fazem coro às badaladas partidas da torre da Matriz. De todas as igrejas, daquelas mesmas igrejas construídas por Monsenhor Marciano, são lançados, para o ar, tristes sons do bronze.

             - Como são terríveis essas badaladas! Como são amargos esses momentos!...

             Pela manhã, durante o dia, ao cair da tarde, pela noite adentro, os sinos continuavam em seu plangente tocar, Á defunto. Numa voz, tétrica, anuncia, ao povo, que Padrinho Vigário subira ao reino de Deus.

             - Que coisa horrível!...

             -Que desgraça para nós!

             A notícia corre pela cidade. É levada de casa em casa. Pelas quebradas, pelos povoados, pelas vilas e pelas cidades vizinhas. Todos

os corações se enlutam. A comoção impera, em todos os lares. Há embargos de voz.

             Lágrimas copiosas, mas de grande dor, correm pelos olhos de todos.

             Horas tristes a que o destino faz um povo transitar

              Toda gente recebe o golpe. Mede a extensão da perda, para aqueles que viviam a vida do Padrinho Vigário.

             Desaparece, materialmente, dentre os seus, aquele que ignorou a palavra “não”.

             Foi sempre, todo coração, todo bondade, todo ternura.

             Só soube fazer o bem. O ódio nunca teve guarida nos escaninhos de seu coração.    Preces e mais preces sobem aos céus. E, partidas dos corações. Constituem, elas, um liame esplendoroso, com que o Espírito Humano estabelece contato com o Espírito Divino.

             Lágrimas metamorfoseadas em preces. As preces avolumam-se. Corporificam. Tomam-se formas resplendentes de luz. Sobem. Sobem.

E, lá em cima, no plano celestial, envolvem o espírito de Padrinho Vigário. Dão-lhe luzes e magnificências, formando, em torno de si, um halo resplendente, fazendo-o aproximar-se do Senhor.


24 DE JUNHO DE 1946

             Todo o povo chora a morte de Padrinho Vigário.

             Comércio fechado, indústrias paradas. Cessaram todas as atividades da sede da paróquia administrada por Monsenhor Marciano.

             A igreja, literalmente cheia.

             Em câmara ardente, armada no centro da Igreja, encontra-se o cadáver daquele a quem já se vinha chamando de “Santo”.

             Muitas flores. Muitas velas acesas, cuja luz crepitante dava ao ambiente um aspecto o mais triste que se pode calcular.

             Coroas e mais coroas, trazendo elas, pendentes, fitas com as mais comoventes dedicatórias.

             O corpo foi guardado e visitado durante a noite. A noite amarga foi transitada por todos aqueles que procuravam ter, como espelho, a vida do santo sacerdote de Santa Rita de Jacutinga.

             Decorrem as horas angustiosas da manhã e um pouco da tarde desse dia. À tarde, a banda musical local, executa o “Hino do Jubileu de Monsenhor Marciano”. As notas musicais fizeram arrancar lágrimas de toda a gente.

             Num dos ângulos da igreja Matriz, foi aberta uma sepultura. E,  lá depositaram o seu corpo.

No altar da Matriz, sempre iluminado com a presença de nosso Senhor Jesus Cristo, encarnado na Hóstia Consagrada, durante o tempo em que Padre Marciano foi Vigário da paróquia, deu-se um fato que deixou todos imersos na mais profunda tristeza: apagara-se a luz sempre ali presente, porque Nosso Senhor chamou a sua grei, o padre guardião de seu corpo, aqui na terra, representado por aquelas pequenas partículas.

 MILAGRES E GRAÇAS.



             Melhor graça, pelo poder da prece, conseguiu Padrinho Vigário. Sabia que ia morrer e, por isso, não consentiu que a imagem de Nossa Senhora d’Aparecida  subisse, como de costume, a seu santuário, no Monte Calvário. Desejou e obteve essa graça. A imagem permaneceu na Matriz, até seus últimos momentos.

             Depois de sua morte, é que Nossa Senhora d’Aparecida subiu à sua capela, no alto em procissão.      

             Já em vida, Monsenhor adquirira e conseguira muitas graças e milagres.

             A história é conhecida de todos: aquela do lenço milagroso. O lenço usado por Monsenhor Marciano faz milagres. Conseguem-se, por meio dele, muitas graças. Com uma fricção desse pedaço de pano, minoram-se quaisquer sofrimentos, quer físicos, quer morais.

             Quantos favores obtidos por meio deles, daqueles grandes lenços estampados, ainda com resíduos de rapé, tirados, às escondidas, por seus paroquianos.

             Ouvíamos, sempre, o Monsenhor reclamar:

             - Vivo sempre perdendo os meus lenços. Não sei porque é isso!

             Mal sabia ele que estavam sendo furtados pelos seus paroquianos.

             A batina que ele vestia, no dia de sua morte, foi retalhada, feita em minúsculos pedaços. Outras peças de seu vestuário tiveram o mesmo destino. Todos faziam questão de guardar uma relíquia do Padrinho Vigário. Por seu intermédio, tudo se adquiri. Só fazer uma prece, pedindo a intercessão de Monsenhor Marciano.

             Lá em cima, junto à Corte Divina, padre Marciano Bernardes da Fonseca, continua distribuindo o bem como o fazia cá em baixo.

             Distribui graças a todos aqueles que a pedem, em sua orações.







Video pela Canonização de Monsenhor Marciano, dia 22/06/2016. Vozcatolica, Dialogando 16h.

https://youtu.be/ZOROYOToXHk

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Nossa lindaMatriz...Pronta. !Mary assim a descreveu.

Placa Comemorativa: Esta Igreja de Santa Rita de Cássia, com a proteção de Deus, foi construída sob a direção do Pároco, Revmo. Padre Francisco José Machado Filho, auxiliado pelos seus paroquianos e por alguns beneméritos . Deus recompensará. A construção foi iniciada em 25 /07/1951 e terminada 30/0/1951.( Nogueira, Marinho Laudelina, "Cidade das Cachoeiras".29,3ª edição).










segunda-feira, 13 de junho de 2016

Restauração executada no ano de 2016 sob a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.

A Restauração executada no ano de 2016 sob  a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.


Restauração executada no ano de 2016 sob  a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.

Restauração executada no ano de 2016 sob  a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.

Restauração executada no ano de 2016 sob  a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.

Restauração executada no ano de 2016 sob  a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.


Restauração executada no ano de 2016 sob  a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.




























Restauração executada no ano de 2016 sob  a direção do Pároco Marcio Aurélio Neves, sendo nosso Arcebispo Dom Gil.